Nova configuração do espectro de 2,5 GHz abre espaço para o LTE-TDD

ago 5, 2010 by

Um movimento importante que se desenha em função da nova configuração do espetro na faixa de 2,5 GHz diz respeito às tecnologias que devem ser utilizadas nesta faixa. E tudo indica que o LTE-TDD ganhou uma avenida para se desenvolver no Brasil, assim como está acontecendo em alguns países do mundo. Isso porque a Telefônica, agora % controladora da Vivo, já detém frequências de MMDS em importantes cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Isso significa que, prevalecendo a solução encontrada pela Anatel de deixar as operadoras de MMDS com 50 MHz de espectro TDD e mais 20 MHz de espectro no FDD, a Telefônica/Vivo poderia facilmente explorar a quarta geração utilizando o LTE-TDD, que começa a ganhar corpo em vários países. O

detalhe é que a decisão da Anatel prevê que a faixa que ficará para os operadores de MMDS poderá ser usada para o SMP.

Além disso, a agência terá ainda mais 120 MHz em FDD para leiloar para as operadoras móveis. Na configuração ideal, de três licenças de 20 MHz + 20 MHz, apenas três operadoras poderiam levar o espectro para a quarta geração, o que significa que das quatro grandes operadoras brasileiras (Oi, TIM, Vivo e Claro), uma delas ficaria de fora. Se a Telefônica tiver a chance de operar o serviço móvel de quarta geração na faixa do TDD, parte do problema pode estar resolvido.

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