Custos do PGMU caíram de R$ 6 bi para R$ 1,5 bi, afirma Paulo Bernardo.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou hoje em Manaus que o governo continua a negociar com as concessionárias as futuras metas de universalização da telefonia fixa, além de já estar analisando as ofertas de banda larga, no atacado e no varejo, propostas pelas empresas.Mas, o ministro afirmou que, por enquanto, o governo está concluindo a checagem dos custos das novas metas e sabe que elas têm um valor muito menor do que o anunciado no ano passado pelas empresas. “Os custos, que eram de R$ 6 bilhões, já estão em R$ 1,5 bilhão”, afirmou.
Quanto ao possível pleito da Oi – que é de o governo financiar as novas metas com fontes externas –, Paulo Bernardo admite que “se o governo está incluindo novas obrigações às empresas tem que encontrar alguma forma de financiá-las”. Mas ele considera muito difícil que os recursos venham de fundos públicos ou do orçamento. “Com o esforço de cortar R$ 50 bilhões do orçamento não vejo muita margem”, afirmou.
Bernardo disse ainda que está analisando as ofertas das empresas de banda larga, no atacado e no varejo, e considera um avanço porque ele entende que as concessionárias precisam reduzir significativamente os preços. “As empresas precisam parar de vender caro para poucos e passar a vender barato para muitos”, ressaltou.




