Para ministro das Comunicações, acusação da Fiesp à incompetência da Anatel é eleitoreira

set 27, 2012 by

 

E presidente da agência acha que a federação deveria ouvir  seus pares da indústrai eletroeletrônica antes de tecer as críticas


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reagiu hoje com ironia às críticas formuladas ontem pela Fiesp, que acusou a Anatel de incompetente. “Não falo sobre campanha eleitoral”, reagiu o ministro ao ser indagado sobre o que achava das críticas de diretores da Federação da Indústria. O presidente da Anatel, João Rezende, por sua vez, acha que a Fiesp deveria ouvir seus associados – como a indústria eletroeletrônica – antes de criticar a agência. “Nós estamos estimulando a tecnologia nacional e produção local, medidas elogiadas pela indústria eletroeletrônica”, assinalou ele.

 

 

Ontem, o diretor da área de infraestrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti, afirmou que a necessidade de paralisação de vendas de chips na telefonia móvel é uma demonstração da falta de capacidade da agência de se antecipar aos problemas nas telecomunicações.

 

“A paralisação das vendas só pode ser resultado da burocracia e da ineficiência da entidade reguladora”, declarou Cavalcanti. Segundo ele, a falta de eficiência da agência é resultado da não aplicação do total de recursos do Fistel para a fiscalização dos serviços de telecomunicações e do Funttel para ampliação das redes de telecomunicações.

 

Compartilhamento

O ministro voltou a defender o compartilhamento das redes de telecom e antenas de celular, e reagiu também às críticas das operadoras de que a solução para as intalações das antenas está muito lenta, o que poderia prejudicar a 4G na Copa do Mundo. “Estamos negociando a lei no Senado Federal, e vai dar tempo”, afirmou. Para ele, erram as operadoras que alegam que a 4G será apenas para poucos usuários.

 

Paulo Bernardo afirmou ainda que a Telebras irá cumprir todas as regras acertadas com a Fifa, na oferta da inrraestrutura de telecom para os estádios de futebol, mas assinala que ainda não sabe quem vai pagar pelo serviço a ser prestado.

 

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