Rede social: corporações nacionais riscam o Facebook de suas estratégias
Não é apenas o poder público federal que está criando regras rígidas para o uso das redes sociais no ambiente de trabalho. Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – Aberje – revela que grandes conglomerados nacionais optaram pela estratégia radical de não ter nenhum vínculo com as mídias sociais, em especial, com o Facebook.Reportagem do jornal O Estado de São Paulo, de segunda-feira, 13/05, revela que corporações como a Cargill, a AercelorMittal Brasil, o Carrefour, a Usiminas e o JBS não têm página no Facebook e não planejam ter num curto prazo. O levantamento comprova que quase um quarto das maiores companhias do país ainda não criou uma página no Facebook. A maioria admite não saber como cuidar – e principalmente trabalhar de forma pró-ativa – a informação disponibilizada na mídia social.
O diretor presidente da Aberje, Paulo Nasser, observa que o Carrefour, por exemplo, está presente no Twiter, mas não tem página no Facebook, mídia social acompanhada por mais de 70 milhões de brasileiros. A ausência das empresas da mídia social não é benéfica, sugere o executivo. “Essas corporações têm papel enorme na sociedade. É quase obrigatório ocupar esse tipo de mídia”, pondera Nasser.
Na sexta-feira, 10/05, o portal Convergência Digital divulgou as regras restritivas do Ministério da Cultura, onde o acesso ao Facebook é proibido aos funcionários públicos.




