NET Mundial e o futuro da internet: último dia para votar
Termina hoje, dia 17, o prazo para que a sociedade se manifeste acerca das propostas que serão discutidas na Arena NET mundial Participa.br, de 22 a 24 de abril, em São Paulo. Os autores das 15 ideias mais priorizadas poderão participar do hub (grupo) brasileiro no NET mundial e debater suas sugestões com especialistas internacionais. Para votar, acesse o site participa.br. A Arena Participa.br acontece em paralelo com o NET mundial.
Centenas de sugestões foram apresentadas sobre os três grandes temas da Arena: Que internet você quer? Quais direitos você considera fundamentais para garantir o futuro democrático da internet? Quais princípios devem orientar a governança da internet? Dentre as ideias mais votadas até ontem, o Instituto Telecom está indicando duas delas, no item “Que internet você quer?”:
1) O acesso a banda larga de alta velocidade (mínimo 2 mb) deve ser um direito fundamental de todo cidadão brasileiro, em qualquer parte do território do país.
2) Prestação de acesso universal à internet , diminuindo os desníveis de utilização da internet entre as regiões do Brasil e promovendo a inclusão digital.
A Arena NET mundial é um encontro global multisetorial que irá definir princípios de governança da Internet. O evento contará com a presença de mais de 800 participantes, entre chefes de Estado, governos, ativistas, organizações da sociedade civil e empresas. É organizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
As atividades da Arena Net Mundial Participa.br serão transmitidas ao vivo. Além disso, as pessoas poderão acompanhar e intervir usando as redes sociais.Para isso basta seguir o twitter @ParticipaBR, curtir a página no Facebook ou acompanhar no Instagram.
O Clube de Engenharia do Rio de Janeiro inscreveu a proposta elaborada pela campanha Banda Larga é um Direito Seu, apoiada pelo Instituto Telecom e por dezenas de outras entidades da sociedade civil. A proposta foi entregue no ano passado ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que até hoje não deu qualquer resposta.




