Fusão de operadoras móveis cresce na Europa
Para realizar o negócio – a 3, do grupo Hutchison Whampoa, pretende adquirir a O2 irlandesa (pertencente à Telefónica) – , a operadora se propôs a aceitar uma série de condições para minimizar os efeitos da concentração de mercado. Entre essas condições, a abertura de sua rede para duas MVNOs, com a possibilidade de uma delas vir a se tornar uma operadora integral com a compra de espectro numa segunda fase.
O negócio está sendo acompanhado pela Comissão Europeia, que em 10 de julho anuncia sua decisão sobre outro movimento de concentração no mercado de celulares. Este, na Alemanha, envolve a fusão entre a O2 e a E-Plus, a unidade alemã da KNP. Para conseguir aprovar a operação, a O2 também informou que ofereceu uam série de concessões à Comissão Europeia.
Na avaliação de analistas da inglesa Ovum, a posição que a Comissão Europeia vier a adotar vai indicar qual é o nível de concentração que irá admitir no mercado de telecom. A compra da unidade irlandesa da O2 pela 3 cria, na visão de alguns, um duopólio entre a Vodafone e a nova 3. A Meteor, bem menor, fica em terceiro lugar naquele mercado.




