Empresas nacionais de TICs querem maior participação nos negócios da Copa
Integraram-se as redes de tecnologia nacional de São Paulo e do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de novos softwares e serviços. “Não queremos reproduzir o exemplo do Pan Americano, quando o grande pacote tecnologócio veio todo de fora”. Esta frase, de Alberto Blois, coordenador da Rede Rio TI Esporte, sintetiza o movimento criado pelas empresas de software e serviços do Rio de Janeiro e São Paulo para unirem suas redes.
Segundo o coordenador do ITS (Instituto de Tecnologia de Sotware e Serviços), josé Vidal Bellinetti, que lançou hoje, no Futurecom 2010, a rede de TI para a Copa do Mundo, o instituto está conclamando as empresas de TI de São Paulo a desenvolverem soluções inovadoras para as demandas da Copa do Mundo de 2014.
O instituto, que já contava com a linha Prosoft do BNDES para apoiar as pequenas e médias empresas de software, acabou de fechar acordo com o Banco do Brasil, para usar recusos do FAT – empréstimos que variam de R$ 10 mil a R$ 90 mil – para a modernização de etabelecimentos comerciais (o cliente usa o dinheiro para contratar um sistema de estoque de restaurante, por exemplo). Firmou também convênio com a Agência de Fomento Paulista para finaciamento de capital de giro.”Vamos lançar desafios em busca de ideias e projetos”, completou BGellinetti.
Blois, da rede Rio, assinala que antes da Copa do Mundo, os jogos militares, previstos para o próximo ano, já são por si só um grande desafio, pois irão trazer para o Brasil sete mil atletas de 120 países.”Há negócios para todos, e devemos interferir para que esses eventos tenham conteúdo nacional”, concluiu.




