Instituto Telecom divulga primeiras considerações sobre PNBL

maio 12, 2010 by

Instituto afirma que banda larga no país é lenta, cara e se concentra nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Desde a última quarta-feira (5), o anúncio do Plano Nacional de Banda Larga têm criado polêmicas em vários segmentos. Após uma reunião na sexta-feira (7) com a Casa Civil, as operadoras e o Instituto Telecom esclareceram suas dúvidas sobre a implantação do projeto.

 

Como já era esperado, a Telebrás será reativada e o diagnóstico do PNBL com relação à banda larga no País revela que o sistema ainda é lento, caro e concentrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

De acordo com a avaliação da Telecom, o governo tem direito de entrar no mercado de telecom a partir de uma empresa estatal, pois, mesmo que a LGT não considere o serviço de valor adicionado como a tal, hoje as teles são aquelas que prestam serviço de banda larga.

Questionados sobre o regime do serviço, se deve ser público ou privado, a Instituição respondeu que “cabe ao poder executivo instituir, ou eliminar a prestação de modalidade do serviço em regime público, concomitante ou não, com a sua prestação do serviço privado”.

Ainda sobre o PNBL, a Telecom afirmou que é necessário um plano que pense na diversidade de empresas com suas tecnologias distintas porque tem lugares que só o satélite vai chegar, e outros que só o cabo. Em alguns locais, a população terá condição de pagar, e outros que não.

A banda larga é tão importante que não pode ficar vinculada a um ministério. “Qualquer país sério do mundo faz um plano pensando na universalização. A universalização estratégica tem que estar articulada com todo o contexto da nacional”, afirma a Instituição.

Finalizando a nota, a Telecom afirma que é preciso estimular o debate sobre a banda larga porque ela toca a todos, diretamente. Se colocam, ainda, como possíveis colaboradores deste plano com informações, especialistas e técnicos para debater o assunto.

 

Para ler a opinião do Instituto Telecom na íntegra acesse:

http://www.institutotelecom.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=806:nossa-opiniao-primeiras-consideracoes-sobre-o-plano-nacional-de-banda-larga&catid=1:latest-news

 

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