A hora é do voto na esperança

out 25, 2022 by

No próximo domingo, 30 de outubro, teremos que escolher entre o amor ou o ódio; entre a arma ou o livro; entre a cultura ou a ignorância; entre a ciência ou a estupidez; entre a abundância ou a fome; entre a vida ou a morte. Temos que definir, de uma vez por todas, que país queremos. A escolha nunca foi, e não é difícil.

O atual governo tem ódio à inclusão social. Há 5 anos não dá reajuste para a merenda escolar; retirou o ganho real do salário mínimo; fez cortes que deixaram as universidades públicas à míngua; reduziu a quase nada a oferta de medicamentos na farmácia popular que distribuía 102 remédios gratuitamente; acabou com o programa Minha Casa, Minha Vida.

Na Carta pela Democracia que a Conexis, representante das grandes operadoras, não assinou, está registrada: “no Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado”. Mas não é isso que pensa o atual governante do Palácio do Planalto.

A solução de nossos problemas tem que vir do respeito, da negociação, do diálogo, do sentimento humano, da empatia e não da mentira e da beligerância. Lula representa os melhores sentimentos da sociedade.

No governo Lula foram criados os programas Luz para Todos, Mais Médicos, Minha Casa Minha Vida, Prouni, Pronatec. Houve aumento real de 74% do salário mínimo.
Na área das (tele)comunicações tivemos, pela primeira vez, uma Conferência Nacional de Comunicações (Confecom) e o Fórum Brasil Conectado. Ambos, no governo democrático de Lula.

O Fórum era composto por 56 organizações e instituições públicas e privadas representando as três esferas da União, empresários, academia e cidadãos. Essa, nos parece, a melhor forma, a mais democrática, para alcançarmos uma política pública sólida para respondermos à oferta e à demanda das telecomunicações, principalmente da banda larga.

Lembremos que 81% da população brasileira, segundo a análise da PwC realizada em conjunto com o Instituto Locomotiva, usam a internet, mas apenas 20% têm acesso de qualidade – 60% das classes D/E estão totalmente desconectados.

Tanto para o Brasil como para as telecomunicações brasileiras, só existe solução a partir do campo democrático. O restabelecimento do Fórum Brasil Conectado é a nossa proposta para discutirmos com seriedade um dos pontos fundamentais: banda larga em regime público, com metas de universalização, qualidade e preços adequados à realidade brasileira.

Vamos reconstruir o Brasil. Vamos reduzir as desigualdades sociais e digitais. Assuma a responsabilidade pelo seu voto. Vote na esperança. A esperança é Lula.

Instituto Telecom, Terça-feira, 25 de outubro de 2022

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