Operadoras não aceitam atraso no prazo final de liberação da faixa de 700 MHz, diz TIM

dez 10, 2015 by

Operadoras não aceitam atraso no prazo final de liberação da faixa de 700 MHz, diz TIM

Para o presidente da TIM, Rodrigo Abreu, os sucessivos atrasos no desligamento no sinal de TV analógica de Rio Verde/GO e a indefinição sobre o cronograma geral de liberação da faixa de 700 MHz para as empresas de telecomunicações não é, em si, uma preocupação. Mas, segundo ele, o que as empresas de telecomunicações que investiram na faixa (inclusive a TIM) não vão admitir é que o atraso comprometa a data final de liberação da faixa, em 31 de dezembro de 2018. “Tem sido uma discussão intensa e civilizada, e como ponto crucial para nós é que não se trabalha com a hipótese de mudança na data final de liberação.

Pagamos mais de R$ 10 bilhões e não existe hipótese de atraso”. Segundo ele, é possível trabalhar com ajustes de cronograma até lá, pois existe uma margem de manobra de 12 meses entre o desligamento da TV analógico e o início das transmissões de banda larga móvel. O caso de Rio Verde, segundo ele, é importante porque mostra a necessidade de que haja uma atividade mais intensa de divulgação mas, mais do que isso, de que haja uma correta aplicação dos critérios para se chegar aos 93%.

“Existem critérios que podem ser aplicados e que tornam essa meta inatingível e existem critérios razoáveis que permitem que se chegue mais próximo dessa meta”, disse ele, reiterando o que as teles têm colocado nas negociações, pela necessidade de que se considere os domicílios com TV por assinatura, TV via satélite e pelo menos um televisor de tela fina dentro da conta dos 93%. “É difícil falar em desligamento em determinadas condições e critérios”, disse o executivo. “Nosso principal foco é na definição correta desses critérios. Esperamos que Rio Verde seja o caso prático de aplicação desses critérios”.

Samuel Possebon, Teletime, Quarta-feira, 09 de dezembro de 2015

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