Futuro da GVT dependerá da nova empresa de mídia a Vivendi
O futuro da GVT vai depender de quanto poderá auxiliar as empresas da área de mídia da Vivendi, à medida que o conglomerado francês parte para o processo de separação do negócio de telecomunicações na França, a SFT.
Após tentativas frustradas de venda da empresa que atua em banda larga e TV paga no Brasil – a Vivendi não obteve o valor almejado – o negócio pode se tornar o corpo estranho na empresa de mídia nascente, uma vez que a venda da Maroc Telecom foi bem sucedida. Parte do mercado aponta para a estranheza de se manter o ativo, o que pode impactar a confiança no potencial na “Vivendi Mídia”.
Em conferência com analistas na quinta-feira (14), o CFO do grupo, Philippe Capron, declarou que atualmente a empresa não busca vendê-la, e lembrou que estão em andamento negociações para um projeto ambicioso, em parceria com a Echostar, na área de TV por assinatura no Brasil.
“No momento, não olhamos para outras possibilidades. Se a empresa vai para a área de conteúdo ou se vai entrar em plataformas de distribuição, isso é algo a ser decidido na próxima fase da história da Vivendi”, afirmou.




