Uso eficiente do espectro desafia marco regulatório

maio 22, 2012 by

O espectro é um bem raro e escasso e os agentes reguladores precisam encontrar fórmulas para otimizar os recursos e fomentar a oferta maior de serviços. No Brasil, afirmou o secretário de Telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão, hoje, há 320 MHz disponíveis para banda larga móvel. Mas admite que há recurso utilizado de forma não eficiente.

Martinhão, que participou do painel sobre gerenciamento de espectro na 12ª edição da Rio Wireless, lembra que, em 2006, a Anatel previa a necessidade de 1080 Mhz para a oferta de banda larga móvel até 2020 e, hoje, já é possível pensar em atualizar essa para as necessidades próximas as defendidas por países como Japão e Suécia, que consomem muito mais serviços móveis. Na época, eles previram a necessidade de 1780Mhz.

 

“A verdade é que para tratar de frequência, os reguladores se contentam quando todos os atores reclamam porque temos uma ação igual. O fato é que de 9MHz até 6GHz, faixas que estão em estudo pela UIT, não há espectro disponível. E toda ação de ‘limpeza’ de faixa é traumática”, diz Martinhão.

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