Dilma pode intervir para fechar acordo entre estatais sobre uso de fibras ópticas

fev 25, 2011 by

Sem o entendimento com a Eletrobras e Petrobras, a Telebrás não pode iniciar a implantação da rede do PNBL. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse, nesta quinta-feira (24), que se não sair logo o acordo entre Telebrás, Eletrobras e Petrobras, para o uso das fibras ópticas no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a presidente Dilma Rousseff vai arbitrar. A indefinição sobre a questão está atrasando a implantação da rede e, consequentemente, da oferta do serviço nas primeiras 100 das 1.163 cidades que serão conectadas este ano.

Ontem, o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, disse que ainda há uma etapa burocrática a vencer, mas que tentaria ainda esta semana amarrar o acordo com a Eletrobras, antes de pedir a intervenção do Planalto. Com a Petrobras, a situação está mais difícil, admite.

 

O prazo limite para intervenção da presidente Dilma Rousseff, porém, não está definido. “Antes, vamos esgotar as negociações no âmbito administrativo”, disse Santanna. A previsão é de que o preço pago pelo uso das fibras seja semelhando ao cobrado internacionalmente, e seria em dinheiro e em serviços.Qui, 24 de Fevereiro de 2011   Tweet me!

 

 

Sem o entendimento com a Eletrobras e Petrobras, a Telebrás não pode iniciar a implantação da rede do PNBL.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse, nesta quinta-feira (24), que se não sair logo o acordo entre Telebrás, Eletrobras e Petrobras, para o uso das fibras ópticas no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a presidente Dilma Rousseff vai arbitrar. A indefinição sobre a questão está atrasando a implantação da rede e, consequentemente, da oferta do serviço nas primeiras 100 das 1.163 cidades que serão conectadas este ano.

 

Ontem, o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, disse que ainda há uma etapa burocrática a vencer, mas que tentaria ainda esta semana amarrar o acordo com a Eletrobras, antes de pedir a intervenção do Planalto. Com a Petrobras, a situação está mais difícil, admite.

 

O prazo limite para intervenção da presidente Dilma Rousseff, porém, não está definido. “Antes, vamos esgotar as negociações no âmbito administrativo”, disse Santanna. A previsão é de que o preço pago pelo uso das fibras seja semelhando ao cobrado internacionalmente, e seria em dinheiro e em serviços.

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