Na Carta de Guarujá, operadoras incluem reforma trabalhista no rol de reivindicações
Empresas aprovam lista de pedidos, mas se comprometem a elaborar plano de metas.Apesar da cobrança do governo federal, na voz do coordenador de inclusão digital, Cezar Alvarez, que durante o Painel Telebrasil provocou as empresas privadas a apresentarem uma lista de propostas para apoiar o crescimento das telecomunicações brasileiras, o empresariado decidiu aprovar um documento com uma pauta de reivindicações, que será entregue a todos os candidatos que disputam cargos do executivo – federal e estaduais.
Segundo o presidente do SindiTelebrasil, Antônio Carlos Valente, as empresas preferiram este ano apresentar um conjunto mais amplo de propostas que entendem ser importantes para fazer o setor avançar. Disse ainda que o sindicato irá elaborar um plano de metas dos diferentes serviços de telecomunicações.
Além da desoneração tributária na cadeia produtiva e na oferta de serviços, as operadoras incluíram um novo item na lista de reivindicações, que é a reforma trabalhista. Segundo Valente, as operadoras e os prestadores de serviço estão muito preocupados com os recentes movimentos da justiça e do parlamento contra a terceirização da mão-de-obra. “Há um grande número de empregos nos call centers que poderá ser afetado”, completou.
A Carta de Guarujá reivindica ainda a estabilidade do marco legal e regulatório; a formulação de políticas públicas adequadas; incentivo ao investimento privado e o estabelecimento de metas de crescimento agressivas, além da redução da carga tributária.




